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sexta-feira, 15 de maio de 2015
10 - Cinderela
O décimo da série é Cinderela.
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10 - Cinderela
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
09 - Pinóquio
O nono da série é Pinóquio.
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09 - Pinóquio
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08 - Dumbo
O oitavo da série é Dumbo.
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08 - Dumbo
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domingo, 19 de abril de 2015
07 - A Dama e o Vagabundo
O sétimo da série é A Dama e o Vagabundo.
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07 - A Dama e o Vagabundo
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domingo, 29 de março de 2015
04 - Os 3 Porquinhos
O quarto da série é os 3 porquinhos.
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Os 3 Porquinhos
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Má educação ou sobrevivência?
Ao ver esse post no Facebook, percebi o quanto ele se encaixa perfeitamente nesse meu blog. Polêmico demais!
Primeiramente eu gostaria de deixar claro que concordo que essa é uma atitude má-educada e de total desrespeito ao próximo. Agora, confesso que eu pratico essa atitude diariamente!
Infelizmente, esse país é composto por um povinho medíocre, que na minha humilde opinião não tem conserto, pois para consertar é preciso educar e não existe a menor vontade política de educar o povo. Porque educando o povo, a cambada de cafajestes que está no poder não se elege mais.
Tenho carta de motorista desde 1996 e por 14 anos respeitei a fila e me indignei ao presenciar esse tipo de atitude várias vezes por dia. Ficava indignado e nervoso. Acelerava o carro para impedir que o folgado entrasse na minha frente, mas ele acabava conseguindo entrar de qualquer jeito, sendo na frente do carro à frente ou na frente de quem viesse atrás.
Então, percebi que a minha simples atitude de respeitar a fila não iria nunca dar educação ao praticantes desse ato. Acordei no dia em que presenciei meu pai nervoso e indignado ao presenciar esse tipo de atitude. Quando ele disse: "Será que isso nunca irá mudar?" percebi que ele passou a vida inteira (mais de 50 anos dirigindo) respeitando a fila e foi por causa do exemplo dele que passei 14 anos respeitando a fila também.
Percebi ainda que não há punição para essa atitude, como quase tudo nesse país. Percebi que praticando esta atitude, passo 20 minutos a menos preso no trânsito (com base na marginal tietê em São Paulo nos horários de pico). Levando em consideração que para mim um ano tem 242 dias úteis, então os meus 14 anos respeitando a fila me fizeram perder 47 dias da minha vida. Foram 47 dias indignado e nervoso dentro de um carro.
Portanto, se eu praticar essa atitude por mais 36 anos, serão 121 dias a menos dentro de um carro. Serão 174.240 minutos a menos de nervosismo e indignação que só prejudicariam a minha saúde.
Então decidi que não irei passar mais 36 anos nessa agonia. Há 4 anos tornei-me um adepto dessa prática repugnante. Não confunda essa prática com trafegar no acostamento, pois é bem diferente. Eu não trafego no acostamento simplesmente por questões de segurança e multa, apesar de ainda sofrer com nervosismo e indignação ao ver o pessoal trafegando sem punição. Pelas mesmas razões também não corto o trânsito pela contra-mão. No dia-a-dia do trânsito na cidade, principalmente na marginal do tietê que possui trechos com até 11 faixas de rolamento, eu corto uma fila de 15, 20 até 30 carros e tento entrar. Nos piores dias, no máximo 4 carros não me deixam entrar, mas nesse pior cenário ainda consigo cortar 11, 16 ou até 26 carros.
Infelizmente, não há como punir isso. Para evitar que isso aconteça precisaríamos que o Brasil fosse um país de gente civilizada, o que não é e NUNCA será. Outra solução seria TODOS acelerarem o carro e não deixarem o folgado entrar, o que é impossível, pois teríamos que andar colados um nos outros.
Eu tenho ciência de que esse tipo de atitude é o principal causador do trânsito, porque reduz drasticamente o fluxo nas vias, devido a redução de velocidade em cascata causada pela entrada de um folgado na fila. Mas, mais uma vez, passei 14 anos respeitando a fila e pela atitude do meu pai, sei que há mais de 50 anos isso acontece. Tenho a certeza que isso não irá mudar. Não melhorou em 50 anos, na verdade só piorou. Posso estar errado e gostaria muito de estar errado, mas sei que isso é utopia pura.
Muitos se revoltarão ao ler isso, pois ainda acreditam que o Brasil vai mudar algum dia. Muitos vão vir com aquela frase de que temos que dar o exemplo fazendo o que é certo. Infelizmente, nesse assunto específico, 14 anos dando o exemplo não serviu de nada. Daqui 10, 15 ou 20 anos, vocês perceberão que o tempo passou e nada mudou, assim como eu demorei 14 anos para perceber.
Não me entendam mal! Se ao ler esse texto você chegou a conclusão que estou incentivando essa prática, você entendeu errado. Não incentivo de jeito nenhum. Esse texto foi mais uma questão polêmica. Será que essa prática é uma questão de má educação ou de sobrevivência?
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Drogas x Livros
E as coisas seguem piorando. Eu realmente estou cada vez mais pessimista quanto ao futuro desse país. Os valores estão cada vez mais invertidos!
Muitos batalham, estudam, dedicam-se muito para conseguir um emprego e sofrem demais para alcançar uma meta digna. Neste tipo de jornada, o agente chamado governo só atrapalha, seja cobrando impostos, seja criando burocracias que só atrasam o processo ou ainda pecando quanto a devida atenção na infra-estrutura necessária para auxiliar no processo, como educação e transporte coletivo descentes.
Agora a prefeitura de SP resolveu criar emprego para os usuários de craque. O próximo passo talvez será a criação de cotas para viciados. Sei que muitos tornaram-se viciados por desespero ou por simplesmente serem cabeças fracas, mas acredito que a grande maioria chegou a esse ponto por falta de valores corretos, ou seja, cresceram em um ambiente podre e foram "educados", ou melhor, foram doutrinados a seguir essa vida de vício.
O correto, mais uma vez, seria atuar na raiz do problema. Seria investir na educação para que aquela criança adquirisse bons valores, seria prover um ambiente digno para o crescimento da criança para que se tornasse um adulto digno, mas sabemos que isso é uma utopia. Sabemos que isso é muito difícil de fazer e que esse tipo de investimento não gera votos.
E assim o tempo vai passando. Hoje, se você está procurando um emprego e não consegue achá-lo, existe uma solução rápida: comece a usar craque! Se você está afundado em dívidas e não consegue colocar o pão na mesa de sua família, também existe uma solução rápida: cometa um crime e seja preso, que sua família irá receber bolsa presídio!
É assim o sistema brasileiro. Deixar o povão na miséria, deixar o povão se afundar em desgraça e depois aparecer com uma bolsa qualquer coisa, uma copa do mundo e uma nova edição do BBB para os deixar completamente satisfeitos. Esse povão é o que elege e sempre será.
E assim o tempo vai passando.
terça-feira, 24 de março de 2009
O ato de jogar Lixo na rua.

Mais um dia que presencio o ato de jogar lixo na rua. Por que será que o povo brasileiro tem esse costume?
Quando estou em meu carro andando pela cidade e resolvo chupar uma bala, jogo o papel da bala no lixinho que mantenho no carro. Quando estou em um carro que não tem lixinho, guardo o papel da bala até encontrar um lixo para jogá-lo.
Em nenhum momento passa pela minha cabeça jogar esse papel na rua. Infelizmente, muitas pessoas são exatamente o oposto. Em nenhum momento passa pela cabeça delas não jogar o papel na rua.
Já vi de tudo. Em uma ocasião, vi um passageiro aceitar aquelas propagandas que são entregues nos semáforos. Ele passou os olhos por elas, as juntou e as jogou pela janela no meio da rua. Outro dia, vi uma mulher comendo uma coxinha dentro do carro. Ela deu duas mordidas na coxinha, fez uma cara feia e a jogou pela janela do carro com papel e tudo. Em outra ocasião vi um motorista comprando uma garrafinha de água no semáforo. Ele bebeu a água em um gole só e não teve dúvidas. Jogou a garrafa pela janela.
O que mais me impressiona nesta cenas que presenciei é o fato dessas pessoas não pensarem duas vezes. Elas simplesmente jogam o lixo na rua, por puro costume. Elas não se lembram que as inundações também são causadas por excesso de lixo nas ruas. Nessas horas elas preferem atribuir toda a culpa ao governo. Não estou dizendo que o governo não tem culpa. Estou dizendo que o povo também tem culpa.
Essa prática é um problema de educação? Com certeza sim! É só prestarmos atenção nas escolas públicas do país. Quando passamos na frente delas vemos muito lixo na rua da própria escola. Durante a infância, as criaturas que jogam lixo na rua não foram ensinadas e nem corrigidas e cresceram praticando esse ato. Agora elas já são adultas. Então, como acabar com essa prática?
Quando aprendemos a dirigir, ficamos apavorados com a quantidade de coisa que temos que lembrar: acelerar, brecar, trocar de marcha, sinalizar conversões, olhar nos espelhos retrovisores, soltar o freio de mão, buzinar, ligar o limpador quando estiver chovendo, etc. Depois de um certo tempo, fazemos isso automaticamente sem pensar. É quando dizemos que o nosso cérebro está condicionado àquela tarefa. Acredito que as pessoas que jogam lixo na rua estão com o cérebro condicionado a isso. Elas já jogaram tantas vezes lixo na rua que já virou costume.
Aqueles que já estão condicionados em dirigir um carro e tiveram a oportunidade de dirigir um outro tipo de veículo (carro automático, kombi, moto) notaram que tiveram que "aprender" novamente. O simples fato de um carro não possuir o pedal da embreagem quebra totalmente o condicionamento adquirido. Temos então que achar uma maneira de fazer com que as pessoas que jogam lixo na rua "aprendam" novamente.
Hoje pela manhã, parado no trânsito, vi um senhor, motorista de um carro que estava mais a frente, jogar um papel na rua. E não era qualquer rua não. Era uma avenida às margens de um rio que sempre enche. Ao lado direito desse motorista estava o rio exalando aquele cheiro de enchente, ao lado esquerdo dele ainda dava para ver o sinais da última enchente ocorrida semana passada. Mesmo assim ele não pensou duas vezes e jogou o papel na rua. A vontade que me deu foi de sair do carro, pegar aquele papel do chão e jogar na cara dele. Aí pensei: e se ele estivesse armado? Violência ajudaria a educá-lo ou só causaria revolta? Desisti na hora.
Agora, escrevendo neste blog, tive uma idéia: e se eu saísse do meu carro, pegasse o papel do chão, entregasse ao indivíduo e dissesse calmamente os transtornos que aquele ato iria causar a ele e a toda popoulação? Será que isso quebraria o condicionamento? Talvez naquele momento não, mas em uma segunda vez que ele cometesse aquele ato e uma outra pessoa fizesse o mesmo...
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